Próxima parada: Noosa

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Minhas últimas conversas, como já havia lhe contato vem sido motivadoras, a maioria das pessoas me conta dos primeiros dias e ainda que com exceções o sentimento me parece sempre quase o mesmo, seja para mais ou para menos. A adaptação é sempre doída.

Resolvi tomar para mim um desses conselhos que recebi, afinal, como a senhora mesmo cansou de me dizer, não adianta de nada ficar repetindo as coisas para ti se você não ouvir, entendam, ouvir é diferente de concordar. Quando você escuta alguém, mesmo que discorde, uma luzinha acende dentro da gente e de certa forma, fica aquele alerta que as vezes, como no sinal quase vermelho a gente insiste em dar aqueeeela acelerada.

Como eu ia dizendo, um dos conselhos era, procure fazer coisas que você normalmente não faria. Seguindo isso, pegamos a estrada, de carro, com circulação pela esquerda ou “mão inglesa”, o que acredite, pode ser ainda bem mais confuso para alguém que precisa do GPS até para chegar de um ponto a outro no interior e embarcamos para Noosa Head, ou simplesmente Noosa.

O tempo estava frio e o vento, como já havia sido alertada, insistia em ser mais frio que o sol.

A água é limpa e clara, e para ser sincera, se estivesse um pouquinho mais quente eu poderia jurar que foi um dos mares mais bonitos que já vi. Sentemos em um café a beira Mar (Surf Club) e ali, do ladinho das ondas e dos surfistas que pareciam mal se importar com o frio comi uma das melhores saladas da vida (sou dessas que fica feliz com salada, a senhora sabe). O pouco tempo ainda deu para tirar proveito do National Park que me deu de presente um dos Pores do sol mais coloridos que já vi.

Dei uma chance para Noosa, dei uma chance para mim.

Continuo tentando, os dias parecem mais coloridos agora.

 

CURIOSIDADES

>> Noosa fica a duas horas e meia de carro de Gold Coast na Austrália.

A cidade é de praia, pequena e com muito mais opções de comida e praia do que compras. Os pratos são mais baratos  e mais fartos do que na Gold.

>> Você sabe porquê alguns países utilizam a mão inglesa e outros não?

Ao contrário do que eu imaginava, o volante “mão esquerda” veio antes do qual estamos habituados e continuou até o século XVIII, quando Napoleão, para identificar as tropas inimigas a distância inverteu tudo.

As regiões por ele dominada aderiram ao novo modelo, mas o império britânico permaneceu fiel ao antigo sistema, como uma questão de honra.

E porquê é mais comum o uso da “mão direita”? Digo isso porque eu mesma me perguntei. Devido aos Estados Unidos, que não queriam manter as tradições dos antigos colonizadores, adotaram o lado direito e como dominaram a indústria automobilística, o modelo tornou-se padrão na maioria dos países.

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