Terapia da saúde

fefa

 

Vou fugir do tema, não vou falar de amor, ou vou, porque não?

Todas as vezes que “cai” na vida, fazer atividade física, seja ela qual for sempre foi meu melhor remédio.

Longe de mim desmerecer as horas de terapia, imagina, quem sou eu para isso. Mas são lá naquelas horinhas só minhas que eu me encontro e me transformo.

Sou tão grata por isso.

Pelas descobertas do meu corpo e do quanto posso ir além.

De descobrir as variedades, através de diferentes modalidades: pilates, corrida, aulas, circuito, crossfit, musculação e o que mais me desafiarem, estou aberta, pode vir.

Sou feliz não porque transforme meu corpo, claro, a gente não reclama né? Mas sou ainda mais feliz porque transforma minha alma.

Cada peculiaridade trouxe consigo, ou melhor, comigo, um tanto de amigas e amigos que nem sei mensurar, um tanto de gente feliz, de bem com a vida, de bem com o amor. E vamos lá para mais um velho e bom clichê: “gente feliz não enche o saco”. É ou não é?

Hoje, acordei cheia de amor- sim , esse texto é baseado em fatos reais-  de uma aula (lão) que rolou ontem em Piracicaba e foi só amor.

Ontem eu não me sentia sozinha quando peguei o carro com uma das minhas melhores amigas na vida e fui, fomos.

Não me senti sozinha nos circuitos, nas corridas, nas conversas. Ontem eu transbordei amor, voltei a me sentir eu, mais madura, mais centrada, mais feliz, tanto ou mais do que antes. Obrigada.

@cozinhecomigo @academiaposition @patymartini @marinamazine @farmaciabiotipo

Amor amor amor amor ❤

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