O sonho da asa própria

asa-propria

Essa frase não é minha, eu até daria autoria, se soubesse de quem veio, mas vou dizer com sinceridade, que nada, nada é mais apropriado para esse momento do que ela.

Sempre fui dessas, de mais do que viver os meus sonhos, vivi o sonho dos que amo.

Vivi o desejo da minha avó de uma família estável e ali, pertinho no interior.

Vivi o sonho das minhas amigas e vibrei, uma a uma com as suas conquistas.

Vivi sonhos de pessoas nas quais acreditava, nas quais acredito, que podem ir muito além

Não que isso seja ruim, nunca fui, nunca mesmo, tão eu, tão meu, como hoje. E vou te falar a verdade, lutar por um sonho nosso é muito mais assustador.

Tem o peso do investimento – se houver- , das opiniões, das escolhas, mas muito mais do que isso e muito mais pesado, tem o peso do fracasso, afinal, ele pode vir, acredite a gente ou não. Eu sei, já me vem você falando que você atrai o que transmite , que não se pode pensar assim e todo aquele blablabla, eu sei, eu já sei. Porém, entretanto e todavia, eu DÚVIDO, com letras garrafais que esse frio na barriga chamado “fracasso” não tenha lhe tirado noites e mais noites de sono. Que essa coceirinha de te tirar da zona de conforto nunca tenha colocado no seu ouvido: E se não der certo Gabriela? E agora?

Hoje? Hoje eu guardei num potinho a insegurança e segui.

Hoje eu vim aqui para sonhar, sonha comigo?

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