Parem o mundo, eu quero descer.

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Me tiraram o olhar de criança e não sei mais se gosto do que vejo, por favor, parem, eu quero descer.

As pessoas perderam o limite do amor, do próprio inclusive e se auto-destroem sem medir as consequências, a pedra atirada não volta, as palavras, acreditem, também não.

Há quem ainda passe o limite da fala, acreditando que ela não tenha a força de um tapa e na falta de argumentos, agridem, machucam e mais do que aranhões, pessoas andam deixando marcas nas almas.

Vejo meus amigos perdendo o brilho no olhar, perdendo a esperança, perdendo a fé na vida. Eu queria ser porto seguro, mas eu, mal me lembro como faço para nadar.

Os parâmetros de normalidade fazem com que não vejamos mais o óbvio e que sejamos prisioneiros de ideias de tal forma, que já nem discutimos mais. Não vale a dor de cabeça e segue o jogo.

Não vejo pessoas rindo alto, nem se abraçando com força.

Para onde estamos indo afinal? Por favor, parem, eu quero descer.

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